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Foi construído após as revoltas que arruinaram o antigo palácio arcebispal.
Destacam-se as suas abóbadas de ogivas que cobrem um amplíssimo espaço sem outro suporte central que o do Arco do Paço. Nelas sobressai o fantástico trabalho do granito nas nervuras e pormenores, paredes que albergam uma coleção de esculturas muito interessantes e muito relacionadas com o mundo mariano, pelo seu naturalismo gótico de um finíssimo esculpido.
No século XVIII a fachada românica foi revestida por outra barroca e construiu-se um terceiro piso. Destacam-se o Salão de Armas e o Salão de Festas com abóbadas de ogivas e um amplo Refeitório ou cozinha.
Data de construção: séc. XII
Autor: Anónimo
Estilo: Românico
Categoria: Civil
Tipo: Palácio
Morada e telefone
Horários
Preços
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É a única porta que se conserva da antiga muralha e que dava acesso à cidade.
A expedição militar de Almanzor a Santiago no ano 997 leva o Bispo Crescónio a reconstruir o sistema defensivo criado por Sisnando II. Sobre o segundo anel defensivo que rodeava o núcleo urbano, ergue outra muralha com torreões. Durante os séculos XVI-XVII são feitas reparações e reformas no sistema defensivo.
A porta em arco de volta perfeita peraltado tem adossado no lado sul um edifício que conserva os alicerces do torreão defensivo que ladeava a porta. Ambas as arquitecturas estão construídas em silharia de granito.

Edifício concebido como embelezamento urbano. Tem como objetivo fechar um dos lados da bela Praça das Praterías, com motivos decorativos de “placas recortadas” próprios do barroco galego.
Clemente Sarela rompe com a normativa clássica, sobrepondo pilastras dinamizadas com placas; os entablamentos são substituídos por cilindros e placas. Termina com uma empena que alberga o escudo do cabido. Estão presentes elementos do rococó, como é o uso da rocaile na porta principal.
Situada em frente à catedral. Inspirou Valle-Inclán no conto “Minha irmã Antónia”.

A monumental Catedral de Santiago ergue-se na bela praça do Obradoiro, obra do Mestre Esteban.
Nela se guardam as relíquias do apóstolo Santiago, pelo que é considerada um destino de peregrinação da Europa Ocidental.
Reúne diferentes estilos arquitectónicos devido às suas múltiplas ampliações, com obras ogivais, platerescas, neoclássicas e barrocas. É a terceira que foi erguida sobre o sepulcro do Apóstolo.

Foi fundada no século XII e encontra-se nos arredores da cidade, em pleno auge românico, junto ao
rio Sar. A planta é basilical, tem três naves segmentadas por pilares decorados com motivos naturais.
No exterior chamam a atenção os robustos arcobotantes que protegem os muros setentrionais.
As colunas interiores estão visivelmente inclinadas, o que lhe confere um singular atrativo e obrigou a refazer a abóbada de berço no século XVI.
O Mestre Mateo, autor do Pórtico da Glória na Catedral de Santiago de Compostela, deixou a sua marca na decoração dos capitéis do claustro.
No interior expõe-se uma interessante coleção de peças arqueológicas e litúrgicas. Destaca-se a pia batismal, à direita da porta principal, do século XII.