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Construída sobre uma primitiva basílica que tinha sido erigida por Fruela em honra deste santo e que foi destruída pelos muçulmanos.
O templo tem planta de cruz latina com três naves, a principal com 10 metros de largura e as laterais com 6 metros de largura. As abóbadas são de cruzaria simples, exceto na nave central, onde são em estrela. A maior altura da nave central permite a iluminação do espaço graças a grandes janelas de arco elíptico. A cabeceira sofreu diversas modificações.
No Barroco reformou‑se parcialmente a zona do coro para construir um deambulatório com capelas radiais. A capela‑mor conserva a sua traça original, guardando no seu interior o retábulo com cenas da vida de Cristo construído por Giralte de Bruxelas, Alonso de Berruguete e Juan de Balmaseda em estilo renascentista, tornando‑se um dos maiores retábulos de Espanha.
Em redor do ábside encontra‑se uma girola renascentista à qual se abrem cinco capelas radiais. A torre gótica tem 80 metros de altura e termina numa esguia agulha rendilhada concluída em 1556.
Na capela do rei Casto encontra‑se o Panteão Real de estilo barroco, onde estão sepultados os reis das Astúrias.
No claustro foi instalado o Museu Diocesano, que conta com importantes exemplares de arqueologia.
Data de construção: S. IX - S. XVI (1385-1587).
Autor: Juan de Badajoz, Pedro de Bunyeres
Estilo: Gótico, Renascentista
Categoria: Religioso
Tipo: Catedral
Morada e telefone
Horários
Preços
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Construída na época do rei Ramiro I para satisfazer as necessidades da cúria palatina.
Originalmente tinha planta basilical e três naves. Do edifício primitivo conserva‑se apenas um terço, parcialmente arrasado devido a um deslizamento de terras no século XIII. O vestíbulo e o arranque das três naves são o que resta da planta original.
Sobre o primeiro encontra‑se a tribuna real, ladeada de ambos os lados por dois pequenos aposentos. As coberturas são em abóbada de berço. As naves estão separadas por arcos que assentam em colunas, facto invulgar, uma vez que o habitual na arte asturiana é o uso do pilar como suporte. As paredes estiveram decoradas com pinturas murais, onde a figura humana tem um papel principal; destacam‑se a ornamentação de bases e capitéis e alguns vestígios das gelosias das janelas.
Há muitos detalhes decorativos escultóricos, nos quais é evidente a influência lombarda.

Considerada a obra-prima da arte asturiana, foi construída durante o reinado de Ramiro I no Monte Naranco.
Residência real, com banhos e salas anexas no piso térreo, e salão para celebrações com belos miradouros no piso superior. No século XI, o palácio foi convertido em igreja e funcionou como tal até 1930, ano em que lhe foi devolvido o seu aspeto original.
Edifício de planta quadrada, composto por dois pisos, cada um com um corpo central e dois laterais mais curtos. Abóbada de berço em todo o edifício, exceto nas salas laterais do piso inferior, que são cobertas de madeira.
O piso térreo consiste num amplo corpo central coberto por abóbada de berço, com um embasamento, janelas semicirculares, portas de acesso e aberturas de ventilação. Foi possivelmente utilizado como oratório palatino.
O piso superior é retangular e está coberto por uma abóbada de berço alteada atravessada por seis arcos fajões que assentam em mísulas. Neste caso encontra-se ladeado por dois miradouros ou tribunas também cobertos com abóbada.

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