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Barcelona é a capital da arquitetura modernista. Um dos seus maiores atrativos do ponto de vista arquitetónico é a qualidade e quantidade dos seus edifícios modernistas e a marca de Antoni Gaudí, o seu arquiteto mais emblemático.
O modernismo catalão é, ao mesmo tempo, uma arte ligada a um fim ou objetivo político: o nacionalismo catalão. Nasce numa época de grande auge socioeconómico, quando a burguesia catalã, graças ao capitalismo industrial, entra numa situação de grande prosperidade. Nesta época construíram-se fábricas, desenvolve-se o caminho de ferro, criam-se explorações vinícolas e as cidades experimentaram um enorme crescimento. Como resultado deste florescimento económico, o modernismo começa no espaço doméstico para chegar depois a igrejas, hospitais, palácios da música e também à arquitetura industrial.
O arquiteto catalão Antoni Gaudí foi admirado já no seu tempo pela ousadia e originalidade das suas soluções inovadoras. Atravessa uma mudança de estilo, afastando-se das referências de outras épocas e tornando-se inventor de formas e volumes complexos de extrema singularidade. Os seus primeiros projetos El Capricho, a Casa Vicens e as obras para a cooperativa de Mataró deram-lhe já prestígio. Pôde dar rédea solta à sua imaginação quando o conde Güell se tornou seu mecenas, e o palácio Güell o tornou famoso.
É na segunda metade do século XIX que surge a arquitetura modernista. As suas características encontram-se não só na arquitetura mas também noutras artes plásticas como mosaicos, vitrais, peças de cerâmica, ferro forjado, pintura e joalharia. Utiliza motivos decorativos baseados em formas curvas e sinuosas, linhas assimétricas, ornamentação floral multicolor e o uso de peças de cerâmica policromada fragmentada que cobrem as sinuosas superfícies geométricas. Os movimentos paralelos ao modernismo catalão são conhecidos como Art Nouveau em França e na Bélgica, Sezession na Áustria, Modern Style em Inglaterra e nos Estados Unidos, Bohemia Jugendstil na Alemanha e Liberty em Itália.
Meio dia na Costa Brava saindo de Barcelona.
Saída de Barcelona às 8h30min para Lloret de Mar, cidade muito turística.
Passeio em barco até Tossa de Mar. Passeio pelo recinto medieval. Tempo livre.
Chegada à Barcelona às 17h30min.
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A Sagrada Família é uma grande igreja de Barcelona desenhada pelo arquiteto catalão Antoni Gaudí, máximo expoente da arquitetura modernista catalã.
Esta catedral é de estilo Modernista, de uma genialidade e originalidade impressionantes, completamente inovadora, e tornou-o mundialmente famoso mesmo sem a ter acabado.
Atualmente ainda se encontra em construção.

É um dos monumentos mais significativos da arquitetura gótica catalã. Situada sobre uma antiga basílica paleocristã, começou a ser construída em estilo românico, mas foi concluída em estilo gótico. O conde Berenguer empreendeu a obra de reedificação desta nova catedral, que foi consagrada em 1058.
Tem três naves com a mesma altura, ábside com girola, transepto e nove capelas entre os contrafortes ao longo de todo o perímetro, que conferem ao conjunto maior luminosidade e amplitude. A fachada principal é a obra mais recente da Catedral, de finais do século XIX e princípios do XX, sobre a qual se destaca o impressionante zimbório com 70 m de altura. As duas torres octogonais das extremidades do transepto são do século XIV. A Porta de São Ivo é ainda de traça românica.
Em algumas capelas existem belos retábulos góticos e barrocos, entre os quais se destaca o de São Martinho e Santo Ambrósio, de Joan Mates, uma das obras-primas da Catedral. Na parte do evangelho podem admirar-se os valiosos altares barrocos de São Severo, da Virgem do Rosário e de São Marcos. O coro ocupa a parte central do templo. Foi iniciado em 1390 pelos escultores Jordi e Pere Johan. No início do século XVI foi enriquecido com esculturas de Bartolomé Ordoñez. A sala capitular é uma obra-prima do gótico.
Através de um portal românico chega‑se ao claustro, de forma retangular, que se articula com a capela também românica de Santa Luzia. Possui valiosos sarcófagos e lápides sepulcrais. A abóbada da sua galeria é de ogiva simples. A Porta da Piedade pertence ao gótico barcelonês, obra de Miguel Lochner. Junto à sacristia da catedral, do século XIV, guarda‑se o valioso tesouro catedralício.

É o exemplo mais emblemático e depurado do gótico catalão. A importância que o bairro da Ribera adquiriu a partir do século XIII como centro nevrálgico de mercadores e armadores levou a projetar a construção de uma grande igreja em substituição da antiga Paróquia das Arenas.
As suas três fachadas, a principal situada na Praça de Santa Maria, outra na Rua de Santa Maria e a do Passeio do Born, mostram a essência do gótico catalão: torres octogonais, abundância de superfícies lisas e contrafortes maciços.
A fachada principal está decorada com as imagens de São Pedro e São Paulo, com um rosácea insuperável de estilo gótico flamejante do século XV. Na fachada da Rua Santa Maria destacam-se as gárgulas dos contrafortes, o reverso das vitrines e, sobretudo, as suas dimensões monumentais.
O interior é igualmente um paradigma do gótico catalão, com a sua amplitude de formas e austeridade decorativa. Tem três naves de grande altura, separadas por altas colunas, e a sua harmonia consiste no facto de as naves laterais medirem exatamente metade da nave central e a largura total do conjunto ser igual à altura das naves laterais. A sua riqueza decorativa foi destruída após os distúrbios de 1936, embora subsistam lápides relacionadas com o mundo marítimo.

Faz parte dos diferentes trabalhos que Gaudí realizou para Don Eusebio Güell, empresário, político e membro de uma prestigiosa família da alta burguesia catalã. O Parque Güell foi a obra mais ambiciosa e original, concebida segundo o modelo de cidade-jardim.
Gaudí pensou criar um centro cívico que servisse de ponto de encontro e de vida em comum para os habitantes das 60 casas.

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