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O seu desenho nasce da memória da sua localização (antigo estaleiro naval), na qual se harmonizam os materiais mais nobres com certas formas da arquitetura naval, assemelhando-se ao casco de um navio.
Paralelamente à construção do Museu Guggenheim, é lançado um novo concurso para todos os arquitetos. Sendo o concurso aberto e anónimo, vence um arquiteto que não tem prestígio internacional, Federico Soriano, que seduz o júri com o seu “navio de aço”.
A superfície total do projeto supera os 25.000 metros quadrados necessários para albergar uma Sala Principal para 2.200 lugares, 3 salas menores, 8 salas de ensaio, 7 salas para conferências e conferências de imprensa, bem como o restante das instalações complementares (cafeteria, restaurante, galeria comercial, etc.). Torna-se o maior de Espanha e o segundo da Europa.
Data de construção: Séc. XX (1994-1999)
Autor: Federico Soriano, Dolores Palacio
Estilo: Vanguardismo
Categoria: Civil
Tipo: Palácio
Morada e telefone
Horários
Preços
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Desenhado pelo arquiteto norte-americano Frank O. Gehry, o Museu Guggenheim Bilbau está situado num terreno de 32.500 m2 ao nível da ria do Nervión, ou seja, a 16 m abaixo da cota da cidade de Bilbau e atravessado, numa das suas extremidades, pela colossal Ponte de La Salve, uma das principais entradas na cidade.
O edifício é composto por uma série de volumes interligados, alguns de forma ortogonal revestidos a pedra calcária, e outros curvos e retorcidos, cobertos por uma pele metálica de titânio. Estes volumes combinam-se com fachadas envidraçadas que conferem transparência a todo o edifício.
Devido à sua complexidade matemática, as sinuosas curvas de pedra, vidro e titânio foram desenhadas por computador. As fachadas de vidro foram tratadas especialmente para que a luz natural não danifique as obras, enquanto os painéis metálicos que revestem grande parte da estrutura como “escamas de peixe” são lâminas de titânio de meio milímetro de espessura, material que apresenta excelentes condições de manutenção e preservação.
No seu conjunto, o desenho de Gehry cria uma estrutura singular, espetacular e altamente visível, conseguindo uma presença escultórica como pano de fundo para a envolvente da cidade.

Santuário de Nossa Senhora de Begoña. Construído sobre uma ermida primitiva no séc. XVI. As obras duraram um século, já que tinham começado em 1511. Possui três naves, sem cruzeiro, cobertas com abóbadas de ogivas do séc. XVII; o portal é de corte renascentista, com um grande arco triunfal, embora tenha sofrido várias restaurações, sobretudo depois de, durante a guerra carlista, terem derrubado a fachada e a torre.
A atual fachada aos pés e a torre são um projeto de José María Basterra, realizado entre 1902 e 1907, enquanto a atual sacristia foi construída entre 1900 e 1903. Destaca-se o retábulo neoclássico do Altar-mor e o Camarim da Virgem "Amatxo", que goza de grande devoção entre os habitantes de Bilbau.
Entre setembro de 1993 e junho de 1994 procedeu-se à limpeza da pedra e à reforma do relógio, carrilhão e sinos. O relógio-carrilhão tem 24 sinos, construídos em Sumiswald, Suíça.

É a igreja mais antiga de Bilbao, construída em 1379 e dedicada ao Santo Padroeiro da cidade. Encontra-se em pleno centro do Casco Antigo.
A planta tem forma de cruz latina, com três naves, separadas por pilares cilíndricos aos quais se adossam várias colunas, e é coberta com abóbadas de cruzaria.
A cabeceira é poligonal e está rodeada por uma nave de girola. Possui um belo claustro gótico. Tem dois pórticos. Depois do incêndio que sofreu em 1571 foi-lhe adossado um monumental pórtico renascentista.
A fachada neogótica e a torre foram construídas no século XIX por Severiano Achucarro, tal como o altar-mor.
No interior podemos contemplar a escultura do Cristo do Bom Amor de Guiot de Beaugrant em 1533, do século XVI, a preciosa Piedade classicista de Aloitiz do século XVII, bem como uma série de sepulcros de pedra espalhados por toda a igreja. A custódia, verdadeiro tesouro de pedraria, é obra de Mariano Garín.

Construído em 1892 sobre o antigo Convento de San Agustín.
No interior podemos contemplar o magnífico repertório ornamental composto por candeeiros, quadros, vitrais, mobiliário, esculturas e bustos que representam figuras ilustres da cena social de Bilbau, além do capitel com um relógio que o coroa.
Destaca-se o Salão Árabe, um espaço de incomum beleza onde têm lugar os atos públicos de maior relevância, realizado por José Soler, que decorou esta sala com imitações de mármores, madeiras e marfim.

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