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Muralha romana de Lugo

Construída entre 260 e 310. Tem 2.140 m de perímetro e 71 torreões (60 de planta circular e 11 quadrangulares) com torres de dois pisos, entre as quais se destaca a de A Mosqueira, a única que conserva os vãos originais.

 

Conta com dez portas de acesso e seis arcos interiores para subir a ela.

 

Está classificada como Património da Humanidade desde o ano 2000.

 

A muralha integrava‑se num complexo defensivo formado pelo fosso, muralha e intervallum e é a única nos três continentes do Império Romano que se conserva no seu perímetro de forma integral.

 

Foi construída com o objetivo de defender a cidade romana de Lugus Augusti da ameaça bárbara. Encerra 34,4 hectares e um perímetro aproximado de 2.120 metros. A sua espessura média é de cerca de 4,20 metros e a sua altura oscila entre 8 e 12 metros. A planta é quadrangular e foi construída à base de argamassa elaborada com terra, pedra solta e seixos, cimentados com água. O acesso era feito através de dez portas, das quais cinco foram abertas a partir de 1853 para o crescimento urbano.

 

Esta muralha é considerada pela UNESCO “um exemplo único e excecional das fortificações militares romanas”.

Data de construção: Sécs. III-IV.

Autor: Anónimo

Estilo: Romano Clássico

Categoria: Civil

Tipo: Muralha

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Morada e telefone

  • Ronda de la muralla, s/n. 27001 Lugo
  • +34 982 231 361

Horários

Acesso livre.

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Onde fica

O que ver em Lugo

Pertence à Paróquia de Santiago A Nova. Segue os cânones do barroco compostelano, de planta central, obra de Lucas Ferro Caaveiro. [+]

Pertence à Paróquia de Santiago A Nova. Segue os cânones do barroco compostelano, de planta central, obra de Lucas Ferro Caaveiro.


Situa-se perto da Muralha, em frente à Porta de San Pedro ou Toledana; inicialmente ficava ao lado da antiga estrada da Castela.

 

O santo titular desta capela deu o nome ao bairro que se formou à sua volta e que cresceu graças à concessão das feiras anuais de San Froilán em 1754.

 

A sua planta é em cruz latina, de exterior sóbrio, coberta com abóbada de berço e cúpula semiesférica no cruzeiro.

 

Foi construída por volta de 1731 e posteriormente foi-lhe acrescentado um belo pórtico frontal com varanda na parte superior.

A Casa dos Mosaicos musealiza in situ os vestígios arqueológicos de uma domus romana (finais do século III – inícios do IV d.C.). [+]

A Casa dos Mosaicos musealiza in situ os vestígios arqueológicos de uma domus romana (finais do século III – inícios do IV d.C.).

 

Esta domus era a residência de uma família importante da época em Lucus Augusti (Lugo).

 

As peças mais atrativas são um mosaico situado na antesala e outro no oecus (grande sala de cerimónias e atos sociais da aristocracia rural), cujos motivos são figurativos e geométricos.

 

Outro elemento interessante deste espaço é o hypocaustum (sistema de aquecimento por ar quente), que se encontra debaixo de uma das salas de jantar.

 

O percurso expositivo termina com a projeção audiovisual que reproduz como era esta residência, as suas origens e o desenvolvimento urbanístico de Lugo.

Construída sobre os alicerces de duas basílicas anteriores. O início da sua construção remonta ao século XII, de traça românica (nave central, parte das naves laterais, os braços do cruzeiro e o trifório), mas com intervenções sucessivas nos estilos gótico,... [+]

Construída sobre os alicerces de duas basílicas anteriores. O início da sua construção remonta ao século XII, de traça românica (nave central, parte das naves laterais, os braços do cruzeiro e o trifório), mas com intervenções sucessivas nos estilos gótico, barroco e neoclássico. Tem planta em cruz latina.

 

Destaca-se o tímpano românico da porta norte, presidido por um Cristo em Majestade do século XIII. No interior sobressai a capela da Virgem dos Olhos Grandes (construída no século XVIII por Fernando de Casas Novoa), na qual se destaca o baldaquino de estilo churrigueresco, obra de Miguel de Romay, e o coro de muito boa traça barroca, bem como o deambulatório do século XIV.

 

A atual fachada principal, de estilo neoclássico, data de 1769 e foi desenhada por Julián Sánchez Bort.

O bairro de A Ponte situa-se na margem direita do rio Minho, depois da ponte romana no Caminho Primitivo de peregrinação a Santiago. A paróquia é a de São Lázaro, invocação do antigo lazareto ou hospital de leprosos que aqui teve a sua sede. [+]

O bairro de A Ponte situa-se na margem direita do rio Minho, depois da ponte romana no Caminho Primitivo de peregrinação a Santiago. A paróquia é a de São Lázaro, invocação do antigo lazareto ou hospital de leprosos que aqui teve a sua sede.


Este lazareto foi o que definiu a estrutura do bairro com notáveis dimensões e traços barrocos.


O último hospital, obra do século XVIII, está dividido em várias habitações particulares, entre as quais se encontra a reitoria. A origem da instituição é muito mais antiga; as primeiras referências remontam ao século XII, constando deste século e dos seguintes muitas doações.

 

O conjunto monumental merece ser visitado pela sua bela paisagem.

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