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O Museu de Arte Pré-colombiana Felipe Orlando é um dos museus mais destacados dedicados a esta arte. Conserva também vestígios arqueológicos da Antiguidade em Benalmádena.
O Museu de Arte Pré-colombiana Felipe Orlando situa-se em Benalmádena Pueblo, onde se preserva a essência andaluza desta localidade.
Este espaço museológico é único na Andaluzia, uma vez que alberga uma das colecções mais destacadas de Arte Pré-colombiana existentes em Espanha. Entre as suas peças encontram-se interessantes exemplos do antigo artesanato do Peru, México, Nicarágua, Equador e Colômbia.
A sua origem foi a doação da colecção privada de Felipe Orlando García-Murciano, pintor, escritor, poeta e antropólogo mexicano. Para além de fazer a sua doação, adaptou a sua casa em Benalmádena para criar o museu. Foi também conservador e director do mesmo desde a sua inauguração em 1970 até 2001, ano em que faleceu.
A colecção foi ampliada com a doação e o depósito de peças provenientes de outras colecções privadas. Uma área expositiva do museu é dedicada aos vestígios arqueológicos encontrados em Benalmádena.
Data de construção: 1970.
Estilo: Arte Pré-colombiano
Categoria: Museu
Tipo: Museu Arqueológico e Etnológico
Morada e telefone
Horários
Preços
Entrada gratuita.
Serviços
Audioguias, Exposições permanentes, Museu, Visitas guiadas.Se vir algum erro ou quiser acrescentar algo a esta informação, por favor contacte-nos.

O Castelo de Colomares é o monumento mais emblemático de Benalmádena, um edifício singular e fantástico em homenagem ao Descobrimento da América.
A construção do Castelo de Colomares foi obra do Doutor Esteban Martín y Martín, juntamente com dois pedreiros de Mijas, Juan Blanco e Domingo Núñez. As obras começaram em 1987 e terminaram em 1994.
O resultado é uma fantástica mistura de diferentes estilos da história da arquitetura, como o neobizantino, o neorromânico, o neogótico e o neomudéjar. Como materiais de construção utilizaram-se pedra, cimento e tijolo. Além disso, as técnicas utilizadas foram as próprias da Idade Média e executadas à mão pelo próprio Esteban, ajudado por Domingo e Juan.
A superfície da sua planta é de 1500 metros quadrados, sendo até à data o maior monumento dedicado à figura de Colombo.
Podem apreciar-se nele vários elementos alusivos aos Reis Católicos, às três culturas medievais em Espanha e outros referentes à viagem de Colombo à América. Está também presente uma pagode chinesa que simboliza a ideia primigénia que Colombo tinha de chegar às costas asiáticas.
Inclusivamente, o Castelo de Colomares procura reivindicar a possibilidade de Cristóvão Colombo ser de origem maiorquina. Homenageiam-se também os Reis Católicos, Vicente Yáñez, Diego Arana e outras figuras históricas que acompanharam Colombo na sua primeira expedição.
No seu interior encontra-se uma capela consagrada a Santa Isabel da Hungria, cuja superfície é de 1,96 metros quadrados. Por isso, figurou no início dos anos 90 como a igreja mais pequena do mundo no “Livro Guinness dos Recordes”.
O edifício acolhe também um mausoléu vazio, simbolizando a Eternidade para a qual Colombo viajou após a sua morte.
Em definitiva, o Castelo de Colomares é um maravilhoso “livro” em pedra que nos conta o Descobrimento da América através da arte.

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