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A Cidadela de Melilha foi declarada Conjunto Histórico-Artístico.
Observa-se a evolução da arquitetura militar desde o final do século XV –quando Estopiñán a tomou em nome dos Reis Católicos– até ao século XVIII.
É formada por quatro recintos amuralhados, dos quais se conservam três em bom estado.
É também conhecida como “Melilha a Velha” ou “O Povo”, assenta sobre um penedo. Ligada a terra firme por um istmo.
No interior do recinto destacam‑se locais de interesse como os aljibes que abasteciam de água a população, as grutas do Conventico onde a população se refugiou perante os ataques rifenhos, o museu militar, as muralhas, o museu arqueológico, etc.
Localiza‑se a 1 km do centro da cidade, da praia e do transporte público.
Data de construção: Séc. XV.
Autor: Anónimo
Estilo: Gótico, Medieval
Categoria: Civil
Tipo: Cidadela
Morada e telefone
Horários
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O atual museu tem vários precedentes: primeiro foi um armazém cedido a Don Rafael Fernández de Castro para o utilizar como depósito e recolha das peças e do material resultante das escavações do Cerro de San Lorenzo no início do século XX, no edifício da Junta de Arbitrios, instalado no mantelete.
Na altura não era considerado Museu porque não houve catalogação dos achados nem a sua exposição. Surge como Museu no subsolo do pequeno templo de música instalado no Parque Hernández. Foi a primeira vez que os cidadãos de Melilha puderam contactar com a história da sua cidade, mas a precariedade do edifício e a apresentação inadequada dos fundos leva as autoridades a pensar numa nova localização, sendo já em meados do século XX como museu da Cidade no Baluarte da Concepción, no recinto histórico de Melilha a Velha.
É um Museu Histórico de caráter geral com duas secções: Arqueologia e Documental, que se complementam com heráldica, fundos militares, etc. Neste último local esteve instalado durante anos até se decidir o seu atual emplazamiento no edifício conhecido como “Torre do Relógio”, dentro do recinto histórico na Plaza Pedro de Estopiñán. Entre 1987 e 1997 é realizada a sua última remodelação de acordo com critérios impostos pela Nova Museologia, dando-lhe a configuração atual.
O edifício foi construído no século XVI, sobre a Bateria e Praça de Armas, sendo utilizado como armazém, hospital e sede da Junta de Arbitrios.
Em 1979 começam as obras de adaptação do edifício para Museu da Cidade. É composto por três andares e uma torre de cinco pisos com sineira para sino, denominada “Torre da Vela”. A partir do terceiro piso acede‑se à Bateria da Muralha Real, que se integra no Museu e oferece uma magnífica vista sobre a cidade e o seu entorno marítimo.

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