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Igreja da Conceição em Santa Cruz

Em 1500 iniciam-se as obras para construir uma igreja dedicada a Santa Cruz, fundada pelo padre Juan Guerra.

Em 1638 recebe o nome de Nossa Senhora da Conceição. Em 1652 é arrasada por um incêndio e reconstruída no ano seguinte. A torre, no entanto, é do ano de 1786.

A sua estrutura consta de cinco naves, com planta de cruz latina e em ordem toscana. Guarda-se um património artístico muito importante.

Destaca-se uma imagem gótica da Virgem da Consolação e a Cruz da Conquista, posta em terra pelo conquistador Fernández de Lugo no momento do desembarque em 1494. No púlpito destacam-se as talhas do artista tinerfeño Rodríguez de la Oliva. Em termos de ourivesaria destaca-se o trono de prata da imagem do Santo Enterro, considerado um dos melhores das Canárias. Na sacristia guarda-se o trono do Corpus, obra do cordovês Damián de Castro.


Os irmãos Logman doaram valiosas obras como a custódia “dos Logman”. Para muitos, a obra-prima é a capela dos Carta na antesacristia, mandada construir pelo capitão Matías Rodríguez Carta, no século XVIII, sob a invocação de São Matias.


O retábulo destaca-se pela sua riqueza no seu estilo barroco-churrigueresco. O altar-mor é presidido pela Imaculada Conceição, obra de Fernando Estévez. Além disso, guarda-se uma das melhores peças sacras da ilha, o Cristo da Boa Viagem (século XVII). Conservam-se também obras de imaginária de Miguel Arroyo, Luján Pérez, Rodríguez de la Oliva, González de Ocampo e Fernando Estévez.

Data de construção: SS. XVI-XVIII

Autor: Anónimo

Estilo: Barroco, Neoclássico

Categoria: Religioso

Tipo: Igreja

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Morada e telefone

  • Plaza de la Iglesia, s/n. 38003 Santa Cruz de Tenerife (Tenerife)
  • +34 922 243 847

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Onde fica

O que ver em Santa Cruz de Tenerife

É obra do arquiteto Santiago Calatrava Valls. A construção começou em 1997 e terminou em 2003. [+]

É obra do arquiteto Santiago Calatrava Valls. A construção começou em 1997 e terminou em 2003.

 

Foi inaugurado em 23 de setembro desse ano, com a presença de D. Felipe de Bourbon, Príncipe das Astúrias. Foi também visitado pelo ex‑presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton.

 

O edifício foi erguido sobre um terreno de 23.000 m2, dos quais o auditório ocupa 6.471 m2 distribuídos por duas salas. No exterior existem dois terraços que dão para praças de onde se avista o mar.

 

Desde o palco, em ambos os lados da plateia erguem‑se os tubos do órgão desenhado por Albert Blancafort.

 

O órgão já não tem uma conceção tradicional, pois evoca um som envolvente ao situar as fontes sonoras em redor do ouvinte.

 

A Sala de Câmara reproduz em menor escala a distribuição em anfiteatro da sala sinfónica.

 

No átrio, ao qual se acede a partir das laterais do edifício, encontram‑se a sala de imprensa, uma loja e um café. Conta ainda com uma dúzia de camarins individuais e outros coletivos, espaços especiais para serviços de cabeleireiro, maquilhagem, guarda‑roupa, etc.

O edifício é de caráter monumental, obra do ilustre arquiteto tinerfenho José Enrique Marrero Regalado (1897-1956), tendo a construção começado em 1935. Foi concluído em 1940. [+]

O edifício é de caráter monumental, obra do ilustre arquiteto tinerfenho José Enrique Marrero Regalado (1897-1956), tendo a construção começado em 1935. Foi concluído em 1940.

 

No interior alberga murais do pintor natural da ilha de La Gomera, José Aguiar, que decoram o Salão Nobre.

É também conhecido como Recinto Ferial, inaugurado em maio de 1996. A sua superfície é superior a 40.000 metros quadrados. O complexo foi desenhado pelo arquiteto e engenheiro Santiago Calatrava, configurando-se como um edifício multifuncional para acolher... [+]

É também conhecido como Recinto Ferial, inaugurado em maio de 1996. A sua superfície é superior a 40.000 metros quadrados. O complexo foi desenhado pelo arquiteto e engenheiro Santiago Calatrava, configurando-se como um edifício multifuncional para acolher as feiras, exposições e congressos que têm lugar na ilha de Tenerife.

 

Desde a sua inauguração realizaram-se diferentes eventos como feiras comerciais, concertos, concursos e gala de carnaval, congressos, seminários, exposições de arte, comícios, programas de televisão, desfiles de moda, etc.

 

Divide-se nas seguintes áreas:

A Grande Nave: no piso superior, ocupando 12.000 metros quadrados, torna-se o maior espaço coberto das Canárias. Esta sala é a principal, com 190 metros de comprimento, 70 de largura e cerca de 20 metros de altura, desenhada em vidro, ferro e betão. A sua lotação atinge as 15.000 pessoas. Além disso, este piso conta com a cafetaria.

O Edifício Zócalo é onde se realizam os congressos. Tem capacidade para 334 pessoas. Localiza-se no piso inferior, onde também se encontra a Sala Multiusos, com 3.800 metros quadrados de superfície.
O Edifício Anexo é composto por cinco pisos, reunindo escritórios da Sociedade de Promoção de Tenerife (SPET) e as zonas técnicas e de controlo do complexo. O acesso faz-se através de um arco de 50 metros de comprimento.
Este complexo apresenta a característica estética de Calatrava, em que a linha curva é protagonista.

É inaugurado em 1958 com os fundos provenientes do Museu Municipal (Secção de Arqueologia e Antropologia), da Delegação Provincial de Escavações Arqueológicas do “Gabinete Científico”; além das aquisições de pequenas colecções como as do extinto Museu... [+]

É inaugurado em 1958 com os fundos provenientes do Museu Municipal (Secção de Arqueologia e Antropologia), da Delegação Provincial de Escavações Arqueológicas do “Gabinete Científico”; além das aquisições de pequenas colecções como as do extinto Museu Villa Benítez, Vallabriga e Casa Ossuna e de doações particulares.

Na década de 60-70 os fundos vão sendo aumentados com materiais de outras origens geográficas: Saara, Etnografia Africana e Arqueologia Pré‑colombiana.

Nos anos 80 muda a direcção do Museu e, com ela, realiza‑se uma profunda remodelação. Aumenta o pessoal científico e crescem os fundos arqueológicos graças às colecções de Mazuelas, Massanet, Santigao Melián, Santiago de la Rosa e Hermógenes Afonso (Hupalupa).

Em 1990 é criado o O.A.M.C. (Organismo Autónomo de Museus e Centros), que depende do Cabildo de Tenerife, onde o Museu fica integrado no Museu da Natureza e do Homem.

O Museu da Natureza e do Homem apresenta, através de um projecto expositivo de museografia moderna, o trabalho de investigação e conservação desenvolvido durante décadas pelos Museus de Ciências Naturais e Arqueológico de Tenerife. O resultado permite, por um lado, conhecer a riqueza natural das Ilhas Canárias e, por outro, descobrir a maior colecção existente sobre a cultura guanche, povo aborígene que habitava a ilha de Tenerife antes da chegada dos primeiros conquistadores europeus.

O grande objectivo do Museu da Ciência e do Cosmos é despertar e desenvolver a curiosidade pelo mundo da Ciência e do Universo, sendo um veículo cultural aberto a todo o tipo de demandas e inquietações. Desde a sua inauguração em 1993 e com o apoio do Instituto de Astrofísica das Canárias, este museu exibe uma centena de módulos e experiências interactivas que permitem aproximar ideias científicas do conjunto da sociedade. Exposições temporárias, sessões de planetário, palestras de divulgação, oficinas didácticas, projecção e debate de filmes de conteúdo científico, acampamentos e noites astronómicas, entre outras actividades que complementam a sua oferta expositiva.

O museu situa‑se no centro da cidade, no antigo Hospital Civil, exemplo de arquitectura neoclássica canária declarado Bem de Interesse Cultural com a categoria de Monumento em 1983.

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