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Santuário da Virgem de Valência.
É a única igreja do centro histórico que não se ergue sobre antigos vestígios de outras igrejas ou conventos. Tem planta em forma elíptica e naves radiais; as abóbadas estão decoradas com frescos de Antonio Palomino do início do século XVIII.
O camarim situado atrás do arco do altar-mor e, de ambos os lados, as esculturas dos santos Vicente mártir (padroeiro da cidade) e Vicente Ferrer (padroeiro da Comunidade Valenciana) são obra de Esteve. O camarim barroco venera no seu interior a imagem da Virgem com o Menino num braço e no outro um ramo de lírios; aos seus pés, duas crianças que representam os Santos Inocentes.
Data de construção: Séc. XVII (1652- 1667)
Autor: Diego Martínez Ponce de Urrana
Estilo: Barroco
Categoria: Religioso
Tipo: Basílica
Morada e telefone
Horários
De segunda-feira a domingo: das 7:00 às 14:00 e das 16:30 às 21:00.
Preços
Acesso gratuito
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Ergue-se sobre a antiga mesquita maior. Adota elementos de diversos estilos, predominando o estilo gótico.
A planta é de cruz latina, composta por três naves, transepto e um espetacular zimbório de dois andares com rendilhados vazados. A sala capitular destaca-se pela sua amplitude e pela cobertura com uma abóbada de oito pontas, onde se guarda a relíquia do Santo Cálice.
De destacar a Porta dos Apóstolos, porta do primeiro terço do século XIV onde, ao meio-dia, se reúnem todas as quintas-feiras não feriadas os membros do Tribunal das Águas. A outra é a Porta do Palau, a mais antiga da catedral, construída em estilo românico com elementos mudéjares.
Por último, importa salientar a torre do Miguelete, datada de 1381 e realizada por Andrés Juliá e Pedro Balaguer, torre de pedra formada por quatro corpos, de planta octogonal e 51 metros de altura, que no seu interior alberga um conjunto de sinos sobrepostos. A sua estrutura remata-se com um campanário em pedra do século XVIII.
A magnífica portada barroca realizada por Konrad Rudolf e pelos irmãos Vergara (Luis e Ignacio) é ricamente decorada e cheia de dinamismo, com uma influência de um rococó elegante, próprio do barroco levantino.

Situada em frente da Lonja de la Seda. Construída em estilo gótico, mas concluída finalmente em estilo barroco, após um incêndio que a danificou gravemente no ano de 1603. Tem uma única nave coberta por abóbadas de cruzaria e fina decoração gótica no exterior. O seu interior é muito luxuoso.
No interior conservam‑se obras escultóricas e pictóricas. Destaca‑se a imagem de Nostra Senyora al Peu de la Creu, do século XVI, que se acredita ter estado oculta durante séculos, procedente da Igreja Hispânica, podendo ser a imagem iconográfica mais antiga da Comunidade Valenciana.
Destaca ainda a tela que decora a capela, e o retábulo do altar do mestre Manuel Vergara ou o retábulo do século XV com o tema do mistério da Trindade.

Foi erguida sobre uma mesquita anterior. Em 1245 adquire o estatuto de paróquia. É de nave única, com contrafortes laterais entre os quais foram colocadas as capelas. É a única igreja gótica da cidade com girola na cabeceira.
Durante o século XVI foi revestida com decoração classicista própria do Renascimento. Após o incêndio de 1548 foi parcialmente reconstruída. Em 1785 adquiriu o aspeto barroco.
Na década de 1950 realizaram‑se obras de restauro para a devolver à sua imagem gótica original, despojando‑a de todo o ornamento barroco e neoclássico.
O campanário foi construído entre 1688 e 1705 por Juan Bautista Viñes. É uma obra-prima do barroco valenciano, de planta hexagonal. A elevação é de quatro pisos separados por molduras, mais o corpo das sinos e o remate. Foi chamado campanar salomònic pelas colunas helicoidais da parte superior. Apresenta o ornamento próprio das obras barrocas efémeras. Os sinos foram fundidos em Londres por volta de 1729, tendo sido posteriormente acrescentado o relógio.
No final do século XIX abriu‑se a rua da Paz para melhorar as comunicações do centro urbano com o mar.

Constitui o único exemplo conservado em Valência de jardinagem histórica. A sua origem remonta a um dos pomares existentes na zona de extramuros de Valência.
Está estruturado em duas zonas diferenciadas: o Parterre Velho, uma zona geométrica de sebes aparadas, ao gosto francês, e o Parterre Novo, de corte romântico com frondosas árvores de bom porte.
Na sua vegetação destacam-se os arbustos, frondosas árvores de grande porte e uma roseiral e uma galeria de trepadeiras. Abundam esculturas de anjinhos, figuras mitológicas, etc., além de fontes e tanques. O entorno também alberga numerosos grupos escultóricos, entre os quais se destaca o par de leões em pedra de Colmenar, obra de José Bellver.

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