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No século VIII foi abadia e no século XIII, colegiada. A sua planta é de três naves com quatro tramos. A peculiaridade que tornou este monumento único entre os seus contemporâneos residiu em ser formado por dois templos sobrepostos de planta idêntica. O templo inferior, chamado "cripta ou paróquia de Cristo", foi construído por volta do ano 1200 sobre outros edifícios anteriores de época romana. O superior, hoje catedral –Basílica de Santander–, foi erguido em meados do século XIII. A cabeceira tem três capelas poligonais.
Quanto à abóbada, esta é de cruzaria com ogivas sobre colunas de pilar cruciforme. O seu claustro é quadrado com arcaria apontada. Não tem decoração.
No interior podemos encontrar o mausoléu de Menéndez Pelayo, obra de Victorio Macho. Aqui se encontram os restos dos Santos Mártires (São Emeterio e São Celedonio), que chegaram a Portus Victoriae (a antiga Santander romana) de barco.
Data de construção: Século VIII
Autor: Anónimo
Estilo: Românico
Categoria: Religioso
Tipo: Catedral
Morada e telefone
Horários
Preços
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Construído na península da Magdalena para acolher o rei Afonso XIII e a sua família, que o ocuparam regularmente como residência de verão até à proclamação da Segunda República.
O estilo do palácio é difícil de definir: tem contribuições de estilo neoclássico inglês, presentes na disposição dos volumes exteriores, na abundância de chaminés, na forma das janelas, etc., e francês, como a escadaria dupla da escada principal ou a assimetria dos corpos do edifício, com pinceladas de estilo montanhês. Rodeado de belos jardins, é um local agradável para admirar a costa e passear acompanhado pela brisa do mar.
Com a República, o palácio passou a ser a sede da Universidad Internacional Menéndez Pelayo, criada em 1932.
Possui duas entradas, uma a norte para carruagens, com pórtico, e outra a sul, que é a principal, com duas torres de planta octogonal e uma escadaria de lanços duplos. O edifício é em alvenaria de pedra com coberturas de ardósia. Foi completamente remodelado em 1993 por Luis de la Fuente.
Entre os centenas de milhares de estudantes e conferencistas estrangeiros e espanhóis que por aqui passaram encontram-se: Pedro Salinas, García Lorca, Marañón, Ortega y Gasset, Unamuno, Américo Castro, etc.

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