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Templo hebraico, ao qual se acede pela estreita rua Los Judíos. Trata‑se de um edifício semioculto, cuja estrutura não fica exposta ao exterior.
Em primeiro lugar encontramos um pequeno pátio onde se situava um tanque para as abluções. A sala de oração é de planta quase quadrada, tem cobertura de artesonado e, no seu lado oriental, abre‑se o sacrário, espaço reservado para a Torá (ensinamento divino do povo de Israel).
O lado oposto ao sacrário apresenta um pequeno nicho com arco polilobulado e apontado, onde esteve o retábulo de Santa Quiteria.
No pátio, uma galeria superior integra três pequenas varandas com arcos recortados, à qual se chega pela estreita rua com o mesmo nome. A decoração com motivos mudéjares utiliza o gesso como elemento principal.
É a única que se conserva na Andaluzia e a mais importante de Espanha pelas suas inscrições.
Data de construção: Séc. XIV (1315).
Autor: Ishap Moheb
Estilo: Mudéjar
Categoria: Religioso
Tipo: Sinagoga
Desfrute de um espetáculo de flamenco em Córdova num tablao verdadeiramente único: La Maestría, situado no interior de antigos Banhos Árabes do século X, em pleno coração da Judiaria e muito perto da Mesquita-Catedral. Viverá uma experiência autêntica de flamenco ao vivo, num ambiente muito especial e intimista.
Poderá escolher entre assistir ao espetáculo enquanto saboreia uma bebida ou desfrutar de um excelente menu inspirado na gastronomia típica de Córdova.
Viva uma noite de emoção, força e autenticidade nesta cidade histórica.
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Desfrute de um espetáculo de flamenco em Córdova num tablao verdadeiramente único: La Maestría, situado no interior de antigos Banhos Árabes do século X, em pleno coração da Judiaria e muito perto da Mesquita-Catedral. Viverá uma experiência autêntica de flamenco ao vivo, num ambiente muito especial e intimista.
Poderá escolher entre assistir ao espetáculo enquanto saboreia uma bebida ou desfrutar de um excelente menu inspirado na gastronomia típica de Córdova.
Viva uma noite de emoção, força e autenticidade nesta cidade histórica.

Entre as maiores riquezas preservadas pela arte árabe-andaluza está, sem dúvida, a Mesquita de Córdova, monumento-chave da arquitetura hispano-muçulmana na etapa califal.
Espaço criado para a oração e para o deleite, é, sem dúvida, único no mundo islâmico e no cristão.
Nela apreciam‑se elementos de diferentes culturas como a visigoda, bizantina, persa ou síria, mostrando assim a importância política, económica e cultural que esta cidade tinha.

Pela sua localização privilegiada, o alcácer tornou-se fortaleza desde a época romana.
Com a chegada dos muçulmanos no século VIII e a conversão de Córdova em capital de Al‑Andalus, foi integrado nos palácios califais.
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As invasões que Córdova sofreu provocaram estragos no Alcácer. Em 1236 Fernando III conquista Córdova, e converte-se em residência real, sendo reedificado em 1328, por ordem de Afonso XI, dando-lhe o aspeto que hoje se observa.
Podem contemplar-se peças arqueológicas encontradas na zona. Entre elas destacam-se um sarcófago romano datado do século III d.C., que apareceu na Huerta de San Rafael del Brillante, em Córdova, em 1958, e uma esplêndida coleção de mosaicos romanos dos séculos II e III que decoravam as paredes da capela da Inquisição erguida no século XVIII. Os mosaicos foram encontrados na Plaza de la Corredera.
Os corredores são decorados com mobiliário de época e esculturas de personagens ilustres ligados a Córdova. Destacam-se também os Banhos Reais e o Pátio Mourisco. Junto ao Alcácer encontram-se cavalariças fundadas por ordem de Filipe II em 1570 para criar bons equinos para a Casa Real. Foram reconstruídas na época de Carlos III depois de sofrerem um grande incêndio.
Lugar que serviu de residência aos Reis Católicos durante 8 anos e onde receberam Cristóvão Colombo.

Medina Azahara fica a cerca de 6 quilómetros a oeste da cidade de Córdova. É uma cidade‑palácio concebida para ser capital do Califado de Córdova durante o reinado de Abd al–Rahman III.
Apresenta uma planta retangular de aproximadamente 1500 por 750 metros com traçado ortogonal e uma rede de esgotos e abastecimento de água perfeitamente planificada. Foi construída sobre terraços escalonados que se adaptam ao terreno, separados por muros que dividem a cidade em três partes.
Na zona alta encontravam‑se os palácios (casa dos vizires, corpo de guarda, salão rico, dependências administrativas), no setor intermédio dominava uma paisagem de pomares e jardins e na parte baixa ergueram‑se a mesquita Aljama maior e as habitações.
Destaca‑se o Salão Rico, que tem planta basilical de três naves e está decorado com relevos de ataurique em mármore. Foi aqui que se formalizaram as características do arco de ferradura califal.

Situada sobre o rio Guadalquivir, liga o Campo de la Verdad à cidade do Bairro da Catedral. É conhecida como “a Ponte Velha”, sendo a única ponte que a cidade manteve durante vinte séculos até à construção da Ponte de San Rafael a meio do século XX. Em 9 de janeiro de 2008 foi inaugurada a sua maior remodelação.
Foi construída no início do século I d.C., substituindo provavelmente uma ponte primitiva de madeira. O seu comprimento é de 331 metros e é composta por dezasseis arcos dos dezassete originais. Foi o único ponto para atravessar o rio sem embarcação. Provavelmente a Via Augusta, desde Roma até Cádis, passava por ela.
Desde a Reconquista encontra-se numa das extremidades a torre defensiva chamada Torre de la Calahorra e na outra a Puerta del Puente, por ordem de Felipe II, que confiou a construção ao arquiteto Hernán Ruiz III em 1572. A escultura de San Rafael data de 1651, obra de Bernabé Gómez del Río.
A Ponte Romana fez parte da Nacional IV, sendo atravessada por viajantes que desciam do centro de Espanha para o sul, continuando a servir como via de transporte até ao dia 1 de maio de 2004, quando o trânsito foi definitivamente encerrado.

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