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A intensa atividade comercial desenvolvida nos portos levou o rei Jaime a ceder os terrenos para construir a lonja, destinada a bolsa e local de reunião dos mercadores para realizar os seus negócios.
O edifício tem planta retangular coberta com abóbadas de nervuras apoiadas em colunas helicoidais, que dividem o espaço em seis naves, sustentadas por simples pilares estriados, dentro da grandiosidade de sala única que constitui o seu interior.
Quatro elegantes torreões decoram os seus ângulos e outras dez torrezinhas coincidem com a distribuição das colunas no interior. A parte superior de todo o edifício tem uma galeria de janelas conopiais (motivo que será frequentemente reproduzido nos pórticos das grandes casas de Palma) rematada com uma platibanda ameada.
Dois portais: o de poente, no cujo tímpano há uma Virgem com um anjo que a coroa, e o portal principal com o Anjo, padroeiro dos mercadores. São de estrutura muito bela os recortes dos seus vãos, os detalhes dos seus frisos e cornijas. Nos respetivos lintéis aparecem as figuras dos Evangelistas.
Atualmente é um edifício destinado a sala de exposições.
Data de construção: Séc. XV (1426- 1448)
Autor: Guillem Sagrera
Estilo: Gótico
Categoria: Civil
Tipo: Lonja
Viva um autêntico espetáculo flamenco no coração de Palma de Maiorca. Reserve no Tablao Flamenco Alma o seu espetáculo e apaixone-se pelo encanto e pela alma do flamenco.
Os excelentes artistas que sobem ao palco vêm de diferentes capitais espanholas, como Barcelona, Madrid, Granada ou Sevilha.
Além disso, poderá acompanhar a sua noite com um delicioso jantar da gastronomia tradicional espanhola.
Morada
Plaza de la Llotja, 5, 07012 Palma (Ilhas Baleares)Horários
Preços
Entrada gratuita.
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Viva um autêntico espetáculo flamenco no coração de Palma de Maiorca. Reserve no Tablao Flamenco Alma o seu espetáculo e apaixone-se pelo encanto e pela alma do flamenco.
Os excelentes artistas que sobem ao palco vêm de diferentes capitais espanholas, como Barcelona, Madrid, Granada ou Sevilha.
Além disso, poderá acompanhar a sua noite com um delicioso jantar da gastronomia tradicional espanhola.

O Castelo de Bellver é o único de planta circular em Espanha e o mais antigo dos poucos existentes deste tipo na Europa.
O Castelo de Bellver é uma fortificação gótica, situada a 3 quilómetros do centro de Palma de Maiorca e a 112,6 metros acima do nível do mar. O seu nome Bellver significa "bela vista" (do catalão antigo bell veer), devido à sua localização, rodeado de bosque e com vistas magníficas sobre a cidade e sobre a Serra de Tramuntana.
A sua construção começou em 1300 por ordem de Jaime II de Maiorca, durando a obra 9 anos, e a sua ornamentação foi feita mais tarde. Foi concebido como residência real, na qual viveram Jaime II, Sancho I e Jaime III. No final do século XIV foi habitado por João I de Aragão e Violante de Bar com a sua corte durante algum tempo, enquanto fugiam da peste em Barcelona.
A planta deste castelo é circular e de dois pisos. À cabeceira do castelo unem-se três torres semicirculares, enquanto a torre de menagem, que é de planta redonda e a que mais se destaca, está separada do mesmo cerca de 7 metros.
Os seus aposentos distribuem-se em torno de um grande pátio central redondo. A galeria voltada para o pátio é de arcos de volta perfeita e está coberta com tecto plano no rés do chão, enquanto no piso superior é de arcos apontados e a sua cobertura é de abóbada de cruzaria gótica.
Desde 1931, este edifício acolhe a sede do Museu de História da Cidade e da Colecção Despuig de escultura clássica. Nele a Câmara Municipal de Palma organiza também diversas actividades culturais e de lazer.

Conhecida popularmente como La Seu. Começa a ser construída em 1230, durante o reinado de Jaime I, para o que se decide demolir a antiga grande mesquita de Medina Mayurca.
Tem planta basilical com três naves rematadas em três capelas escalonadas de perfil retangular. A nave central tem uma altura de 44 metros.
Das três grandes portas destaca-se a situada na sua fachada sul: o Portal del Mirador, assim chamado por se encontrar na fachada virada para o mar. Está decorada com motivos geométricos e vegetais, onde se encontra um dos melhores exemplos de escultura gótica de Maiorca: um anjo com as asas abertas, obra de Guillem Sagrera.
A porta principal, apoiada nas suas quatro colunas, confere uma forma majestosa à fachada principal.
A "Almoina" é a porta de entrada habitual e data de 1498. Há que destacar o magnífico rosácea rendilhado, com 12,5 metros de diâmetro, considerado o maior óculo circular conhecido em qualquer catedral.
A capela da Trindade, construída como mausoléu em 1329, guarda os corpos dos reis de Maiorca Jaime II e Jaime III. As capelas-mores das naves laterais, como a do Evangelho, contêm esculturas e o túmulo do bispo Torrilla, a da Epístola uma tela do pintor Salvador Torres.
A Capela Real constitui a parte mais antiga e melhor decorada do templo, redesenhada por Gaudí no início do século XX. Este genial artista é também o autor do singular docel em ferro forjado do baldaquino.
Quanto à sacristia, nela conservam-se joias de grande valor artístico e histórico.

O imponente Palácio Real da Almudaina, que se ergue junto à catedral, foi a sede dos reis de Maiorca após a conquista cristã no século XIII. Atualmente é a residência de verão da família real espanhola.
A Almudaina é o Palácio Real (também conhecido como Alcácer Real) de Palma de Maiorca. Está classificado como Bem de Interesse Cultural desde 3 de junho de 1931. Foi erguido sobre os assentamentos que datam da época romana e que corresponderiam possivelmente à sede do poder.
Durante a época muçulmana converteu‑se em alcácer. Com a conquista cristã no século XIII passou a ser a sede dos reis de Maiorca. Nas suas muralhas conserva‑se a marca histórica das ilhas desde a sua origem megalítica.
Atualmente é uma das residências da família real espanhola, concretamente durante os meses de verão. É gerido pelo Património Nacional e pode ser visitado tal como todos os edifícios que se conservam da Coroa de Espanha.

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