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Início / Províncias de Espanha / Ilhas Baleares / Palma / O que ver em Palma / Palácio Real da Almudaina /

Palácio Real da Almudaina

Contexto histórico

O castelo real da Almudaina foi construído num local de Palma de Maiorca onde se sabe da existência de povoamentos desde a época romana. Possivelmente, já foi sede do poder na ilha desde então.

 

O imponente alcácer ficou conhecido, na época da conquista, com o nome de “Zuda” e foi reedificado seguindo o modelo do Palácio Real de Perpinhão.

 

Aqui tiveram a sua corte sucessivamente os monarcas do reino de Maiorca, os de Aragão e os de Espanha. Foi Filipe II quem destinou o Grande Salão ou “Tinell” para a Real Audiência. No restante do edifício instalou a Capitania‑Geral das Ilhas.

 

O atual castelo foi erguido entre 1305 e 1314 para o rei Jaime II. É uma modificação do alcácer muçulmano iniciada em 1281. Ainda é possível rastrear no edifício vestígios da alcáçova árabe (séculos XII e XIII).

 

As obras de remodelação prolongaram‑se até 1343, durante os reinados de Jaime II (filho de Jaime I o Conquistador), Sancho I e Jaime III. A Almudaina foi, portanto, a sede de um próspero reino maiorquino no século XIV até à sua inclusão na Coroa de Aragão em 1349 com Pedro IV.

 

Na primeira metade do século XVI foi construído o piso superior do castelo por ordem do rei Carlos I de Espanha (e V da Alemanha).

 

Hoje, portanto, o Palácio Real da Almudaina é a residência oficial de verão do rei; embora, na realidade, a sua estadia com o resto dos membros da família real seja no Palácio de Marivent (tal como acontece com o Palácio da Zarzuela, em Madrid).

Atividades em destaque

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Morada e telefone

  • Carrer del Palau Reial, s/n, 07001 Palma (Ilhas Baleares)
  • +34 902 04 44 54

Horários

  • De outubro a março: das 10:00 às 18:00 horas*.
  • De abril a setembro: das 10:00 às 20:00 horas*.

* Abertura da bilheteira e acesso ao palácio até 1 hora antes do encerramento.

Preços

  • Geral: 7 €.
  • Reduzido: 4 €.
  • Agência: 6 € (2 € Mundo Senior).
  • Guia: 4 €.
  • Audioguia: 3 €.

Se vir algum erro ou quiser acrescentar algo a esta informação, por favor contacte-nos.

Onde fica

O que fazer em Palma

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Viva um autêntico espetáculo flamenco no coração de Palma de Maiorca. Reserve no Tablao Flamenco Alma o seu espetáculo e apaixone-se pelo encanto e pela alma do flamenco.

Os excelentes artistas que sobem ao palco vêm de diferentes capitais espanholas, como Barcelona, Madrid, Granada ou Sevilha.

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O que ver em Palma

O Castelo de Bellver é o único de planta circular em Espanha e o mais antigo dos poucos existentes deste tipo na Europa. [+]

O Castelo de Bellver é o único de planta circular em Espanha e o mais antigo dos poucos existentes deste tipo na Europa.

 

O Castelo de Bellver é uma fortificação gótica, situada a 3 quilómetros do centro de Palma de Maiorca e a 112,6 metros acima do nível do mar. O seu nome Bellver significa "bela vista" (do catalão antigo bell veer), devido à sua localização, rodeado de bosque e com vistas magníficas sobre a cidade e sobre a Serra de Tramuntana.

 

A sua construção começou em 1300 por ordem de Jaime II de Maiorca, durando a obra 9 anos, e a sua ornamentação foi feita mais tarde. Foi concebido como residência real, na qual viveram Jaime II, Sancho I e Jaime III. No final do século XIV foi habitado por João I de Aragão e Violante de Bar com a sua corte durante algum tempo, enquanto fugiam da peste em Barcelona.

 

A planta deste castelo é circular e de dois pisos. À cabeceira do castelo unem-se três torres semicirculares, enquanto a torre de menagem, que é de planta redonda e a que mais se destaca, está separada do mesmo cerca de 7 metros.

 

Os seus aposentos distribuem-se em torno de um grande pátio central redondo. A galeria voltada para o pátio é de arcos de volta perfeita e está coberta com tecto plano no rés do chão, enquanto no piso superior é de arcos apontados e a sua cobertura é de abóbada de cruzaria gótica.

 

Desde 1931, este edifício acolhe a sede do Museu de História da Cidade e da Colecção Despuig de escultura clássica. Nele a Câmara Municipal de Palma organiza também diversas actividades culturais e de lazer.

Conhecida popularmente como La Seu. Começa a ser construída em 1230, durante o reinado de Jaime I, para o que se decide demolir a antiga grande mesquita de Medina Mayurca. [+]

Conhecida popularmente como La Seu. Começa a ser construída em 1230, durante o reinado de Jaime I, para o que se decide demolir a antiga grande mesquita de Medina Mayurca.

Tem planta basilical com três naves rematadas em três capelas escalonadas de perfil retangular. A nave central tem uma altura de 44 metros.

Das três grandes portas destaca-se a situada na sua fachada sul: o Portal del Mirador, assim chamado por se encontrar na fachada virada para o mar. Está decorada com motivos geométricos e vegetais, onde se encontra um dos melhores exemplos de escultura gótica de Maiorca: um anjo com as asas abertas, obra de Guillem Sagrera.

A porta principal, apoiada nas suas quatro colunas, confere uma forma majestosa à fachada principal.

A "Almoina" é a porta de entrada habitual e data de 1498. Há que destacar o magnífico rosácea rendilhado, com 12,5 metros de diâmetro, considerado o maior óculo circular conhecido em qualquer catedral.

A capela da Trindade, construída como mausoléu em 1329, guarda os corpos dos reis de Maiorca Jaime II e Jaime III. As capelas-mores das naves laterais, como a do Evangelho, contêm esculturas e o túmulo do bispo Torrilla, a da Epístola uma tela do pintor Salvador Torres.

A Capela Real constitui a parte mais antiga e melhor decorada do templo, redesenhada por Gaudí no início do século XX. Este genial artista é também o autor do singular docel em ferro forjado do baldaquino.

Quanto à sacristia, nela conservam-se joias de grande valor artístico e histórico.

A intensa atividade comercial desenvolvida nos portos levou o rei Jaime a ceder os terrenos para construir a lonja, destinada a bolsa e local de reunião dos mercadores para realizar os seus negócios. [+]

A intensa atividade comercial desenvolvida nos portos levou o rei Jaime a ceder os terrenos para construir a lonja, destinada a bolsa e local de reunião dos mercadores para realizar os seus negócios.

O edifício tem planta retangular coberta com abóbadas de nervuras apoiadas em colunas helicoidais, que dividem o espaço em seis naves, sustentadas por simples pilares estriados, dentro da grandiosidade de sala única que constitui o seu interior.

Quatro elegantes torreões decoram os seus ângulos e outras dez torrezinhas coincidem com a distribuição das colunas no interior. A parte superior de todo o edifício tem uma galeria de janelas conopiais (motivo que será frequentemente reproduzido nos pórticos das grandes casas de Palma) rematada com uma platibanda ameada.

Dois portais: o de poente, no cujo tímpano há uma Virgem com um anjo que a coroa, e o portal principal com o Anjo, padroeiro dos mercadores. São de estrutura muito bela os recortes dos seus vãos, os detalhes dos seus frisos e cornijas. Nos respetivos lintéis aparecem as figuras dos Evangelistas.

Atualmente é um edifício destinado a sala de exposições.

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