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Obra neogótica dos arquitetos Julián Apraiz e Javier Luque. Destacam-se a cripta – acede-se por uma porta lateral – e os conjuntos escultóricos.
Acolhe o Museu de Arte Sacra. Foi inaugurada em 1969 e assenta no terreno do antigo Convento das Brígidas.
As obras foram impulsionadas pelo Bispo Monsenhor José Cadena Eleta. A planta é em cruz latina com cinco naves, girola e cripta. A nave central percorre-se por um trifório. Cobre-se com abóbadas de ogivas.
Destaca-se a sua esbelta girola no exterior.
Data de construção: 1907-1973.
Autor: Julián Apraiz y Javier Luque
Estilo: Neogótico
Categoria: Religioso
Tipo: Concatedral
Morada e telefone
Horários
Preços
Entrada gratuita.
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Erguida sobre os restos de um templo do século VIII. A planta geral é do final do século XII. Do século XIII destaca-se o ábside românico.
Em 1776 foi reformado o átrio e desapareceu a fachada original. Contém os tímpanos do Salvador e do Cordeiro e dois baixos-relevos do século XI.
Foi declarada Monumento Histórico-Artístico em 1931.
Tem planta em cruz latina com nave única dividida em três tramos e coberta com abóbada de aresta. Sobre o cruzeiro eleva-se um cimbório, sobre quatro arcos apontados e coberto com uma abóbada de ogivas, visível apenas do interior.
O presbitério organiza-se em dois tramos, sendo o primeiro coberto por abóbada de berço apontada que coincide com o arco triunfal que dá acesso ao cruzeiro, e o segundo tramo com ábside coberto com abóbada de forno. Destacam-se no exterior o ábside românico e a fachada.

É um edifício neoclássico que se tornou o centro da cidade. Foi construído no ano de 1781 e restaurado em 1982.
É um edifício que se funde com o espaço arcado da Plaza de España. O seu autor é Justo A. de Olaguibel.

É do século XV. Alberga uma torre medieval anterior em torno da qual se construiu a casa, possivelmente do século XIII, e uma sala gótica.
O seu nome deve-se ao cordão de São Francisco que rodeia uma das suas portas. A fachada define-se por três acessos com arcos apontados. Encontramos também o escudo dos Reis Católicos na fachada. Atualmente alberga a sede da Fundação Caja Vital.

Localiza-se em Vitória, com estilo gótico. Encontra-se na parte mais alta da colina sobre a qual se estabeleceu a primitiva cidade, fundada em 1181, com o nome de Victoria, pelo rei Sancho VI de Navarra (Sancho o Sábio), e que deu origem à cidade atual.
Quando a diocese de Vitória nasceu, no ano de 1862, adquiriu a categoria de Catedral. É conhecida como Catedral Velha para a distinguir da Nova, que é a da Imaculada Conceição de Maria (séc. XX). O edifício tem planta em cruz latina com três naves, sendo a central mais alta do que as laterais e cobertas com abóbadas de ogivas, com transepto e cabeceira.
No interior tem quatro capelas retangulares e uma girola à qual se abrem outras três capelas poligonais. Conta com um trifório e pórtico do século XIV com esculturas interessantes. A Capela de Santiago, aberta na fachada do braço do transepto do lado da Epístola, é a atual igreja paroquial de Santa Maria, com acesso independente a partir da Plaza de Santa María.
Tem portada gótica tripla. Estão programadas visitas guiadas às suas obras de restauração e escavações arqueológicas.

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