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O Conjunto Arqueológico dos Dólmens de Antequera é o primeiro bem megalítico na Europa continental.
Trata-se de uma necrópole megalítica formada pelos dólmens de Menga, Viera e tholos de El Romeral. Além disso, o conjunto arqueológico completa-se com os sítios arqueológicos Cerro del Marimacho ou Cerro de Antequera, e Carnicería de los Moros ou Villa Romana de Antequera.
Este conjunto foi pioneiro em abrir ao público em Espanha no final do século XIX, juntamente com o Conjunto Arqueológico de Carmona. A sua particularidade reside no facto de os três sepulcros, o dólmen de Menga, o de Viera e o tholos de El Romeral, conservarem o túmulo original. Outra grande particularidade que têm é que cada um individualmente apresenta diferenças técnicas e formais.
Foi declarado Património Mundial pela UNESCO em 2016 sob a designação de Sítio dos Dólmens de Antequera, juntamente com o Parque Natural de El Torcal de Antequera e a Peña de los Enamorados. Além disso, é o primeiro bem megalítico de toda a Europa continental e o conjunto arqueológico na sua declaração (1886).
Data de construção: 6.000 a.C. - 4.000 a.C.; III milénio a.C.; 2.250 a.C. - 1.900 a.C.
Estilo: Calcolítico, Idade do Bronze, Neolítico
Categoria: Civil
Tipo: Sítio Arqueológico
Morada e telefone
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O Recinto Monumental da Alcazaba de Antequera foi declarado Bem de Interesse Cultural em 1985.
De origens romanas, a estrutura atual remete-nos para a época andalusina. A construção sofreu importantes transformações fruto da passagem pelo local de diferentes culturas. Foi um recinto inexpugnável que conteve de forma significativa o avanço cristão até ao século XIV.
Destaca-se a sua Torre de Menagem, coroada pelo conhecido Relógio de Papabellotas. Nome que recebe por a cidade ter tido de vender um sobreiral para custear as diversas despesas.

A Real Colegiada de Santa Maria Maior é uma colegiada renascentista situada em Antequera. Fundada por Diego Ramírez de Villaescusa, bispo da diocese de Málaga, foi erigida sobre o que foi uma igreja com o mesmo nome.
Foi construída pelo arquiteto Pedro del Campo entre 1514 e 1550. Na sua época, constituiu um dos primeiros templos renascentistas num tempo em que na Península ainda predominava o gótico. Também intervieram na construção Pedro López, mestre‑maior da Catedral de Málaga, e Diego de Vergara.
No conjunto, a Colegiada tem planta basilical e é composta por três naves. Destaca‑se a sua imponente fachada e os seus pináculos, que recordam o gótico veneziano. Na praça onde se situa chama a atenção uma estátua de Pedro Espinosa, poeta de Antequera do Século de Ouro.

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